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Quinta, 06 de Agosto de 2020

Mais de 50% dos gatos não vão ao médico veterinário

  • De acordo com os especialistas da Royal Canin, é aconselhável levar o gato a uma consulta veterinária pelo menos uma vez por ano.
  • Dois terços dos tutores dos gatos dizem que aumentariam a frequência das visitas se fosse mais fácil gerir o stress do animal.

O aconselhamento veterinário é fundamental nos momentos-chave da vida dos animais de estimação, desde os primeiros dias de vida até entrarem na sua fase sénior, tanto para a prevenção e tratamento de doenças como para ajudar em muitos outros aspetos relacionados com o seu desenvolvimento. Por exemplo, no caso específico dos gatos, estes são mestres do disfarce e não mostram sinais clínicos de uma possível doença até que a patologia já esteja bastante desenvolvida. Esta realidade pode tornar-se um problema quando os dados refletem que 50% dos tutores de animais de estimação não levam o seu gato ao médico veterinário. [1]

No âmbito da celebração do Dia Internacional do Gato a Royal Canin, empresa líder em alimentos para animais de estimação, apela a que este facto mude e pretende incentivar as visitas regulares ao médico veterinário, procurando aumentar a prevenção e a deteção precoce de diversas patologias, contribuindo para a melhoria da saúde e bem-estar dos gatos. Neste sentido, os especialistas da marca aconselham a uma consulta de rotina pelo menos um vez por ano. "É importante realizar exames aos nossos gatos e não ir ao médico veterinário apenas quando já estamos a seguir um tratamento. Este cuidado é crucial para garantir a prevenção, a deteção precoce e a redução do impacto de uma possível doença", afirma Thierry Correia, médico veterinário da Royal Canin.

Os gatos são reservados por natureza e têm tendência a esconder qualquer tipo de fraqueza ou debilidade, aumentando desta forma a sua autodefesa perante qualquer predador ou ameaça. Isto significa que quando observamos os primeiros sinais de doença, a realidade é que a patologia já estará bastante desenvolvida.

Neste sentido, mais de metade dos tutores de animais de estimação afirma ter vindo a uma consulta depois do seu gato ter mostrado alguns sinais clínicos concretos1.

As principais razões para isso acontecer são: 38% pensam que o problema com o gato vai acabar por se resolver sozinho; 22% indicam que a visita ao médico veterinário é stressante para o seu gato; 17% está relacionado com os custos económicos e, finalmente, 14% dos inquiridos dizem que tentam evitar sentir-se pressionados pelos tratamentos a fazer1.

A visita do gato ao médico veterinário

No entanto, dois em cada três tutores de animais de estimação indicam que aumentariam a frequência da visita ao médico veterinário se o considerassem mais fácil de fazer.1 Fatores como o stress do animal antes da visita, a dificuldade em fazê-lo entrar na caixa transportadora ou o seu desconforto na sala de espera da clínica, são aqueles que mais levam os tutores de gatos a considerarem não ser fácil ir ao médico veterinário. Neste sentido, os especialistas da Royal Canin reuniram uma série de conselhos para tornar mais fáceis e agradáveis estas visitas:

- Inicie visitas regulares desde que são jovens gatinhos: além de ser crucial para garantir o seu correto desenvolvimento e satisfazer as necessidades nos primeiros meses de vida, irá ajudá-los a habituarem-se a eliminar o stress desde o início e a aceitar com normalidade as visitas ao veterinário.

- Escolha o transportador de gatos adequado: é importante escolher uma boa caixa transportadora, com uma estrutura sólida e que seja segura e estável. Também é vantajoso que tenha várias portas, nas áreas superior e lateral, ou que o centro possa ser removido.

- Habituar-se à transportadora: os tutores devem ajudar o gato a sentir-se confortável desde tenra idade. Para isso, aconselham a deixar a transportadora aberta numa área da casa para que o gato possa entrar e brincar. Além disso, ajudará se colocarem um cobertor ou brinquedo lá dentro que lhes seja familiar.

- Compreender o comportamento do gato: a consulta não é um ambiente conhecido para os gatos. Existem muitos fatores externos como a luz e cores, cheiros ou sons que os farão aumentar o seu estado de alerta e sentirem-se ansiosos. Para evitar isto, a Royal Canin recomenda cobrir o transportador com um cobertor ou algo semelhante, bloqueando desta forma a entrada destes estímulos.

- Escolher uma clínica o mais adaptada possível: os espaços veterinários têm cada vez mais em conta as necessidades dos gatos. Por exemplo, têm áreas específicas para gatos - evitando o encontro direto com cães ou outros animais de estimação - ou espaços com menor ruído ou taxa de luminosidade.

- Esteja atento aos detalhes na sala de espera: coloque o transportador numa área elevada - não no chão -, evite movimentos bruscos, fale com ele com tranquilidade, evite o contacto direto com outros animais, entre outros aspetos.

- Tranquilidade no regresso a casa: o gato terá todo o gosto em voltar. Ajude-o a tornar este processo tranquilo, abrindo a transportadora com calma e permitindo-lhe inspecionar as diferentes áreas da casa.

Além disso, Thierry Correia sublinha que "o que mais ajudará é habituá-lo desde que é um jovem gatinho. As análises de rotina na clínica veterinária serão cruciais, não só para prevenir, mas também para receber conselhos sobre a sua nutrição, esterilização futura, desenvolvimento ou sobre a importância de outros fatores como o excesso de peso."

Sobre a Royal Canin Iberia  

A Royal Canin trabalha há mais de 50 anos com o objetivo de construir um mundo melhor para os animais de estimação. A intenção da marca é seguir esta linha, inovando cada vez mais nos próximos 50 anos, sempre com os gatos e os cães no centro da sua atividade. O foco na saúde através da nutrição e a qualidade são os elementos chave para continuar a dar respostas nutricionais adequadas a cada animal de estimação. 

[1] Estudo de 4 437 cuidadores primários de gatos a nível mundial sobre a relação dos proprietários de gatos com os seus veterinários (agência SKY, 2018).