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Quinta, 25 de Novembro de 2021

Anemia: webinars esclarecem sobre a patologia tantas vezes subdiagnosticada

Estima-se que cerca de 32% dos portugueses adultos sofrem de ferropenia e 20% de anemia. No dia 26 de novembro celebra-se o dia da Anemia. Nesse âmbito, o Anemia Working Group Portugal (AWGP) promoverá dois webinars.

No dia 25 de novembro, pelas 17:30, incluído no ciclo anual de Formação da Sociedade Portuguesa de Patologia Clínica (SPPC), com o apoio do Anemia Working Group Portugal, promove o webinar Consulta de Anemia (AWGP).

A sessão, dirigida a profissionais de saúde, conta com o Prof. Doutor António Robalo Nunes e o Dr. Augusto Machado, como moderadores e as médicas Dra. Filipa Marques e Dra. Maria José Teles, como oradora.

Neste webinar será avaliada a dimensão do problema, revista a clínica, a marcha diagnóstica, a identificação dos tipos de anemia através de algoritmos de decisão, o reconhecimento dos critérios de referenciação à especialidade e ainda a importância do tratamento da etiologia da anemia bem como as principais terapêuticas.

No dia 26 de novembro, entre as 18h00 e as 19h30, o AWGP organiza o webinar “Anemia na doença renal crónica. Esta sessão é dirigida a profissionais de saúde, com o objetivo de consciencializar a sociedade científica para este problema.

A sessão online que começa com a intervenção do presidente do AWGP, Dr. João Mairos pode ser vista através de Zoom.

O webinar contará com o Prof. Doutor José Cortez e a nefrologista Dra. Ana Farinha como oradores. As sessões terminam com uma discussão interativa com o Prof. Doutor António Robalo Nunes e a Prof. Doutora Cândida Fonseca, como moderadores.

A anemia não é um diagnóstico final mas um sinal de uma doença subjacente que a provoca. É por exemplo uma complicação da doença renal crónica (DRC). A doença renal crónica afeta 1 em cada 5 portugueses (estudo RENA), e dos doentes que sofrem de DRC, 20% apresenta algum grau de anemia, sendo tanto mais grave e mais frequente quanto mais grave é a DRC.

Estar atento a sintomas como o cansaço, a falta de ar ou de concentração, alterações do sono podem ser uma alerta para o diagnóstico desta situação que tem grandes implicações na qualidade de vida mas também no prognósticos dos doentes.